terça-feira, 13 de março de 2018

Relações ecológicas que se passam na lagoa da Pampulha



Pipowwwwwww!!!!

Vamos falar das capivaras da lagoa da Pampulha de novo? 

Dessa vez o vídeo foi longo e não coube no Instagram, aí decide postar ele aqui no blog pra gente fazê aquilo que tá mais na moda na vida: problematizar 

Primeiramente, assistam:



Segundamente, comentemos.


Partindo do princípio de que O PLANETE PERTENCE À TODOS QUE NELE HABITAM ,
precisamos aprender de uma vez por todas a convivermos todos no mesmo espaço e no mesmo espaço de tempo. 

Temos no vídeo acima uma doguinho , uma animalzinho que foi domesticado e não é capaz de sobreviver na natureza sem a supervisão de um animal um pouco mais inteligente, que nesse caso é o homem, somo nozes!

Temos nesse vídeo um casal que passa com dois catchoríneos na coleira e um terceiro fora da coleira. Observe que o senhor , ao ser advertido de que o seu pet poderia ser machucado ele ignora e nega o fato. Eu cheguei a pensar que ele achou que eu dizia que o cãozinho poderia machucar a capivarínea, mar nepussíve !!!!

Mas professora, por que o mimimi ? Porque o último dog que fez isso foi parar no hospital e o seu dono acionou o poder público, o qual se comprometeu em retirar  TODAS as capivaras de seu hábitat e estereliza-las, traduza por exterminá-las.








Ecologia perguntas de revisão


Resultado de imagem para capivaras na pampulha



1. Explique o que é nicho ecológico. Descreva o nicho ecológico da capivara da lagoa da Pampulha.

2. De que forma o equilíbrio ecológico da Lagoa da Pampulha poderá ser afetado se as capivaras forem extintas?

3. A que classe de animais pertencem as capivaras?

4. Pesquise o que são micorrizas. Qual é a relação ecológica estabelecida entre as micorrizas e as raízes de uma leguminosa.

5. Em um jardim há três espécies de caramujo, quatro espécies de formigas, uma espécie de sapo, duas espécies de serpentes.

a) Quantas espécies de seres vivos há nesse jardim?

b) Quantas comunidades  há nesse jardim?

c) Quantas populações de sapos há nesse jardim.

d) Os sapos e as serpentes constituem uma população?

6. Defina o que são animais carnívoros, herbívoros e onívoros. Cite exemplos.

7. Para proteger o gado, o homem mata os morcegos. Qual a relação ecológica estabelecida entre o homem e o morcego.

domingo, 11 de março de 2018

Questões de vestibular resolvidas





Para desvendar crimes, a polícia científica costuma coletar e analisar diversos resíduos encontrados no local do crime. Na investigação de um assassinato, quatro amostras de resíduos foram analisadas e apresentaram os componentes relacionados na tabela abaixo. Com base nos componentes identificados em cada amostra, os investigadores científicos relacionaram uma das amostras, a cabelo, e as demais, a artrópode, planta e saliva.



a) A qual amostra corresponde o cabelo? E a saliva? Indique qual conteúdo de cada uma das amostras permitiu a identificação do material analisado.


b) Sangue do tipo AB Rh – também foi coletado no local. Sabendo-se que o pai da vítima tem o tipo sanguíneo O Rh – e a mãe tem o tipo AB Rh + , há possibilidade de o sangue ser da vítima? Justifi que sua resposta.

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Resolução:
a) A amostra 4 corresponde ao cabelo, porque tem queratina, e a amostra 2 corresponde à saliva, porque tem ptialina, que é componente exclusivo da saliva.


b) O sangue não é da vítima. Isso porque tendo pai O (genótipo ii) e mãe AB (genótipo IAIB, ela não poderia apresentar sangue AB.


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Plano de aula: Alelos múltiplos e a herança de grupos sanguíneos


Objetivos de aprendizagem:

Reconhecer a diferença entre alelos simples (dois tipos de alelos) e alelos múltiplos(mais de 2 tipos de alelos)
·         Reconhecer que nos alelos múltiplos apenas um par de alelos encontra-se na parte somática e apenas um dos alelos nos gametas
·         Associar a origem dos alelos múltiplos com mutação
·         Associar transfusão sanguínea “errada” com uma reação do tipo antígeno-anticorpo
·         Dominar os conceitos de aglutinogênio e aglutinina
·         Reconhecer os tipos sanguíneos (A, B, AB e O) segundo a presença ou não dos aglutinogênios A e B e aglutininas anti-A e anti-B
·         Dominar os genótipos dos grupos sanguíneos A, B, AB e O
·         Saber que em uma transfusão sanguínea deve-se analisar o aglutinogênio do doador e a aglutinina do receptor
·         Entender a razão do grupo AB ser receptor universal e do grupo O ser doador universal
·         Associar o sangue da macaca Rhesus com a descoberta do grupo sanguíneo Rh
·         Dominar os genótipos do sistema Rh
·         Dominar os principais passos do surgimento da doença hemolítica do recém-nascido (eritroblastose fetal)
·         Compreender a razão, de modo geral, do fato de a eritroblastose fetal ocorrer a partir da segunda gestação.
·         Saber os genótipos dos pais e do descendente na eritrosblastose fetal
·         Reconhecer os tipos de antígenos presentes nos grupos sanguíneos do sistema MN
·         Dominar os genótipos do grupo MN

·         Reconhecer que os sistemas ABO, Rh e MN são independentes

Habilidades ENEM contempladas:

H13 – Reconhecer mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou explicando a manifestação de características dos seres vivos. 
H15 – Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos. 
H17 – Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas, químicas ou biológicas, como texto discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica.

      

Orientações para o desenvolvimento das aulas

Nesse capítulo, é fundamental chamar a atenção do aluno para que alelos múltiplos é um caso particular de alelos simples, com uma diferença: existem mais de dois genes na população. Alguns alunos acham que um indivíduo pode ter, por exemplo, três genes! Para evitar esse erro, sugerimos, inicialmente, a explicação da cor da pelagem dos coelhos, em que o aluno vai notar que um coelho chinchila, por exemplo, só tem na parte somática dois genes dos quatro possíveis.

Em seguida, é interessante mostrar ao aluno que o grupo ABO é um exemplo de alelos múltiplos no homem. Aproveitar o assunto para discutir transfusão sanguínea, chamando atenção que o importante é analisar o aglutinogênio do doador e a aglutinina do receptor. Logo após, é interessante o aluno entender o processo histórico da descoberta do grupo Rh, o que possibilitará uma melhor compreensão do conceito de Rh+ e Rh-.
       
É importante chamar a atenção do aluno que no grupo ABO os indivíduos possuem naturalmente o anticorpo (aglutinina). No grupo Rh, os indivíduos só produzem anti-Rh se forem Rh- e sensibilizado com sangue que possui fator Rh no glóbulo vermelho (Rh+). O aluno tem certa dificuldade em entender todos os passos da doença hemolítica do recém-nascido. Então, sugerimos uma explicação bem trabalhada, pois muitos alunos se “atrapalham” e terminam dizendo que nessa doença a mãe é Rh+ e o pai Rh- ou, então, que o filho que apresenta a doença tem o genótipo RR.

Em relação à resolução dos exercícios, vale a mesma estratégia do capítulo anterior: começar resolvendo com os alunos, em seguida deixá-los caminhar com os próprios pés sempre dos exercícios mais fáceis para os mais difíceis.
Finalmente, mostrar que os grupos sanguíneos ABO, Rh e MN, trabalhados simultaneamente, segregam-se independentemente (regra do e) – já é uma introdução para a 2.ª Lei de Mendel.

Observações:

Durante o desenvolvimento do capítulo serão retomados os conteúdos relativos ao sangue e também ao vírus da AIDS. Isso se deve à abordagem do conteúdo relativo à doação de sangue.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Plano de aula : Sistemática e Classificação dos seres vivos




Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Taxonomic_rank
Objetivos: 


  •  Reconhecer de que forma ocorreu a seleção de critérios que orientam a classificação dos seres vivos. 
  • Diferenciar cladograma de árvore filogenética.
  • Diferenciar os seres vivos de acordo com o reino. 
  • Compreender o conceito de domínio e reino. 
  • Conceituar espécie de forma contextualizada com as novas tecnologias de pesquisa 
  • Compreender e distinguir o fenômeno de especiação: isolamento geográfico e redução de fluxo gênico 
  • Reconhecer que a Classificação dos Seres Vivos é uma obra em eterna construção 
  • Entender a posição dos vírus nos sistemas de classificação dos seres vivos 
  • Entender o sistema de nomenclatura binomial de Lineu

Habilidades Enem que podem ser exploradas 

H15 – Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos. 

H16 – Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos. 

H17 – Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas, químicas ou biológicas, como texto discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica. 

H28 – Associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida ou com seus limites de distribuição em diferentes ambientes, em especial em ambientes brasileiros. 

Desenvolvimento :

O que se pretende  é explicar ao aluno que a Classificação dos Seres Vivos é uma obra em eterna construção. Qualquer sistema é válido, desde que se especifiquem corretamente os critérios utilizados. 

Utilizamos o sistema de cinco reinos proposto por Whittaker, com modificações sugeridas por Margulis e Schwartz, para os seres celulares. A descrição de cada reino, acompanhada dos critérios utilizados para a alocação dos seres vivos, é fundamental para a compreensão do sistema escolhido. 

É imprescindível  esclarecer para os alunos que os vírus, sendo acelulares, não se enquadram em nenhum dos reinos, sendo estudados como grupo à parte. As noções de filogênese e cladogênese devem ser abordadas conforme se explicita no texto do capítulo, sem se recorrer a exageros. 

O sistema de nomenclatura binomial de Lineu deve ser apresentado do mesmo modo que procedemos ao classificar objetos em nossas residências: puramente como utilidade prática para a melhor caracterização de cada grupo de seres vivos. O Domínio, proposto por Woese e colaboradores, é uma demonstração a mais de que os sistemas de classificação dos seres vivos ainda estão longe de constituir unanimidade. 

Com a finalidade de ilustrar o conceito de especiação, os alunos assistiram um vídeo sobre a especiação de orquídeas.


 













quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Plano de aula : Introdução ao estudo da Biologia



Objetivos
·         Reconhecer as características dos seres vivos
·         Conhecer e conceituar os níveis de organização biológicos, bem como as áreas de estudo da Biologia
·         Dominar os principais passos relacionados ao método científico.
·         Reconhecer a importância de um experimento controlado.
·         Reconhecer as características dos seres autótrofos e heterótrofos. 
·         Reconhecer as características dos seres unicelulares e pluricelulares. 
·         Reconhecer a sistemática e as grandes linhas da evolução dos seres vivos. 

·         Conhecer e conceituar tipos de ciclo de vida.

Habilidades ENEM

H7 – Selecionar testes de controle, parâmetros ou critérios para a comparação de materiais e produtos, tendo em vista a defesa do consumidor, a saúde do trabalhador ou a qualidade de vida.

H11 – Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da biotecnologia, considerando estruturas e processos biológicos envolvidos em produtos biotecnológicos.

H15 – Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos.

H16 – Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos

Inicialmente serão apresentados os termos que denominam as áreas de estudo da Biologia.

Desenvolvimento 

Os níveis de organização biológicos deverão ser abordados e conceituados visando a esclarecer que constituem ferramentas de estudo da Biologia. 
Uma breve explanação sobre cadeia e teia alimentar, ilustrativos da ocorrência de fluxo energético pelo ecossistema, deverá ser feita.

O conceito de bioma deverá ser abordado apenas como complemento ao estudo dos níveis de organização biológicos, destacando os exemplos do capítulo como tema motivador. 

A aula deverá ser encerrada com o estudo do método científico e suas características, destacando o exemplo relacionado ao experimento controlado, pois é uma boa forma de ilustrar como é o trabalho de um cientista. Em todos os casos, os tópicos de contextualização existentes ao longo do texto facilitam a compreensão dos temas abordados, relacionando-os ao cotidiano dos alunos.

Sugestão de vídeo:



segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Pano de aula: Primeira Lei de Mendel e probabilidade associada à genética.

Habilidades desenvolvidas :







  • Reonhecer Mendel como aquele que estabeleceu os fundamentos da Genética.
  • Reconhecer a importância do uso das ervilhas nos experimentos realizados por Mendel
  • ·Conhecer o significado de genótipo e relacioná-lo com o conceito de homozigoto e heterozigoto. 
  •  Conhecer o significado de fenótipo e entender por que diferentes genótipos podem ter o mesmo fenótipo.
  • Conhecer o significado da geração P, F1, F2.. 
  • Conhecer o significado dos símbolos usados na construção de genealogias
  • Reconhecer a importância das árvores genealógicas para:
1. determinar se a anomalia é determinada por gene dominante ou recessivo,
2. fazer a análise de características familiares.
3. prever provável ocorrência de características familiares Associar a presença de apenas um fator do par nos gametas com a 1.ª Lei de Mendel.
  • Reconhecer a importância do quadrado de Punnett na resolução de problemas. 
  • Conhecer alguns exemplos referente à 1.ª Lei Mendel aplicada à genética humana.
  •  Reconhecer os tipos de cruzamentos entre dois heterozigotos que originam respectivamente os resultados fenotípicos abaixo: 
3 : 1 dominância completa
1 : 2 : 1 dominância incompleta ou parcial
2 : 1 alelos letais
  • Reconhecer a importância do cruzamento-teste e retro cruzamento Conhecer o significado de probabilidade 
  •  Entender a razão de a probabilidade ser um número puro 
  • Conhecer o significado de resultado observado versus resultado esperado 
  • Saber a entre a regra do ou e do e


Desenvolvimento:

Para o aluno não se perder ao longo do curso e, consequentemente, perder a motivação para o estudo, a 1.ª Lei de Mendel tem de ser trabalhada com muita calma, sem pressa, pois os conceitos desse capítulo bem fundamentados permitirão ao aluno uma menor oportunidade de se “atrapalhar” nos demais capítulos, visto que alelos múltiplos, 2.ª Lei de Mendel etc. são casos particulares de “uma característica é determinada por 2 fatores que se separam na formação dos gametas”.

Inicialmente é interessante trabalhar com os alunos as ferramentas fundamentais da Genética: genótipo, fenótipo, homozigoto, heterozigoto etc. Em seguida, vem a “pedra no sapato” do aluno: aplicar os conceitos estudados nos exercícios. Como estratégia, os primeiros exercícios serão resolvidos pelo professor junto com os alunos e, em seguida, progressivamente, o aluno fará os exercícios da seção “Passo a passo”.

Finalmente, chegaremos aos exercícios mais complexos em que o aluno terá oportunidade de aplicar os conceitos estudados de forma mais ampla. Esses mesmos passos devem ser dados quando o assunto for genealogia, ou seja: começar resolvendo os exercícios com os alunos e lentamente liberá-los para andarem com os próprios pés.

Foi confirmado pelo professor de matemática (Bruno) que os aluno já viram o conteúdo de probabilidade no segundo ano.

Explicar a regra do e do ou e novamente voltar aos exercícios. Observação: uma das maiores dificuldades que os alunos encontram é descobrir em uma árvore genealógica quem é dominante ou recessivo. Eles acham que sempre o quadradinho “escuro” é recessivo e é preciso ficar atento a esse detalhe. Finalmente, é importante chamar a atenção do aluno que errar os exercícios mais difíceis não implica não ter entendido a parte conceitual, mas que é preciso adquirir certo traquejo na resolução dos exercícios( resolver muitos exercícios).


Ref. Ed. Harbra









O que mais cai no ENEM de Biologia