domingo, 10 de maio de 2015

Vulcões









Licancabur é um vulcão localizado entre o Chile e a Bolívia, nas proximidades de San Pedro do Atacama, no Chile, e a sudoeste da Laguna Verde, na Bolívia. Estou do lado Boliviano :) 

O que é um vulcão ?


Vulcão é uma estrutura geológica que ocorre em terra ou no mar, é  caracterizado pelo  extravasamento de  magma. O magma é  uma massa de rocha fundida de alta temperatura, constituída em grande parte de silicatos,  misturados com vapor de água e gás. Essa estrutura comunica-se com uma câmara subterrânea profunda, onde o magma fica armazenado, a câmara magmática. Além do magma, saem pelo vulcão outros materiais, como gases e partículas quentes (como cinzas).
 A palavra vulcão  é deriva de Vulcano, deus do fogo na  mitologia romana  (Hefaístos para os gregos). A ciência que estuda os vulcões é a Vulcanologia, criada na década de 1980.



Hefesto na Forja por Guillaume Coustou, o Jovem (Louvre)

Origem

Tipicamente um vulcão  tem formato cônico e montanhoso, mas de proporções variáveis. Essa estrutura é característica do vulcanismo de erupção central, mas há também, o vulcanismo de fissura, em que o magma, em geral de composição basáltica, sai não através de um conduto cilíndrico, mas através de grandes fendas na crosta terrestre.

 Apesar de terem formas semelhantes , vulcão e montanha são diferentes na estrutura e no modo de formação. A montanha forma-se pela deformação da crosta terrestre, devida a esforços de compressão que atuam ao longo de milhares de anos.O vulcão pode surgir rapidamente (o Paricutín formou-se em um ano) e tem uma estrutura, composta por chaminé, cratera e cone vulcânico Este último forma-se não por deformação da crosta, mas por acúmulo do material ejetado do interior da Terra durante as sucessivas erupções.
    

 Nos últimos 2 milhões de anos, formaram-se de pelo menos 10.000 vulcões, dos quais quinhentos apresentaram atividade constante durante muito tempo. Hoje, cerca de vinte vulcões mostram-se intensamente ativos.

A origem e distribuição dos vulcões está relacionada com a distribuição das placas tectônicas, massas rochosas rígidas que formam a crosta terrestre e que deslizam sobre o manto, material subjacente de consistência plástica.

 Onde há choque de duas placas constituídas inteiramente de crosta oceânica, ou seja, de basalto, uma delas, não se sabe qual, mergulhará sob a outra e sofrerá fusão. Nessa região, chamada de zona de subducção, surge um conjunto de pequenas ilhas vulcânicas distribuídas em forma de arco.  De todos os vulcões visíveis, 95% estão em zonas de subducção.

Se uma placa oceânica choca-se com uma continental, a placa oceânica mergulha sob a outra, por ser mais pesada, formando também zona de subducção. A imensa placa do Pacífico desloca-se para o norte, cerca de 1 cm por ano, e choca-se contra a placa norte-americana, mergulhando sob ela. Por isso, localizam-se na costa daquele oceano cerca de 60% dos vulcões ativos do planeta, o que deu à região o nome de Anel de Fogo do Pacífico. A placa de Nazca choca-se contra a América do Sul e assim formaram a cordilheira dos Andes, com seus vulcões e terremotos. Esse tipo de vulcanismo é o mais estudado, e o magma pode ter composição bem mais variada do que aquele formado onde duas placas se afastam.

Se o choque for de duas placas continentais, pode não haver subducção (mergulho de uma sob a outra), e surgir uma cadeia de montanhas, pela deformação das rochas. Nessas áreas, o vulcanismo pode estar ausente, embora os terremotos, por serem de pequena profundidade, sejam perigosos. Um exemplo e a Cordilheira do Himalaia, formado pelo choque da Índia com a Ásia.  A placa africana está se chocando contra a placa eurasiana, provocando terremotos na Turquia e no Irã, por exemplo. Mas, na região onde estão o Etna e o Vesúvio, há uma pequena subducção, por isso existem esses dois vulcões.

Na califórnia, nos Estados Unidos, podemos observar na  Falha de Santo André (San Andreas Fault). Essa falha nada mais é do que  o encontro de duas placas continentais que não se chocam de frente e sim deslizam uma rente à outra. Ali os terremotos são frequentes e podem ser perigosos, mas não há vulcanismo.


Vista aérea da falha de Santo André na planície de Carrizo, na Califórnia, EUA.

E como surge o vulcanismo submarino ?


O vulcanismo submarino ocorre quando  duas placas estão se afastando. O vulcanismo submarino é responsável pela expansão do fundo oceânico em várias zonas do globo terrestre, sendo esse o vulcanismo mais comum de todos representando cerca de 80 % das atividades vulcânicas. E por que esse tipo de vulcanismo não é tão falado ? Por que  não é capa dos jornais e revistas da semana?
Se você respondeu que é porque ele está ocorrendo no fundo dos oceanos ( e não mora ninguém lá) você acertou!

Nos vulcões submarinos a lava  sai através de fraturas na crosta e espalha-se para os dois lados da fratura, sem grandes eventos explosivos. Essas fraturas podem ter poucos metros de largura e alguns quilômetros de comprimento. A Cadeia Mesoatlântica é uma extensa crista que existe no meio do oceano Atlântico, e que mostra focos de vulcanismo desse tipo. Ela marca a zona de separação da placa sul-americana e da placa africana. Na Islândia, essa cadeia aflora e ali é o único local onde se vê vulcanismo basáltico continental.

A Dorsal Meso-oceânica entre a América do Sul (esquerda) e África (direita)


Vulcanismo no interior das placas tectônicas 

O vulcanismo no interior das placas tectônicas não é muito comum e ocorre em 5 % do total das atividades dos vulcões conhecidos.  O vulcanismo no interior das placas acontece quando existe, no manto terrestre, um ponto quente, ou em inglês , hot spot . O ponto quente é o local onde o magma se concentra e ascende até à superfície, se encontrar uma brecha para tanto

Nessa situação, como a placa está se movendo, mas o ponto quente permanece fixo, aparecem na superfície da Terra vários vulcões ao longo de uma linha, que são cada qual mais jovem que o que lhe antecede, seguindo em um determinando rumo geográfico. Exemplo desse tipo de vulcanismo são as ilhas vulcânicas do Havaí. A figura abaixo mostra  como aquela área vulcânica forma uma faixa, com vulcões cada vez mais antigos, de Noroeste (5,1 milhões de anos)  para Sudeste (400 mil anos ou menos).

 

 A localização dos pontos quentes pode ter pouca ou nenhuma relação com as placas tectônicas, mas alguns cientistas acreditam que muitas dessas áreas marcam os antigos limites de placas





Atividades Vulcânicas no Brasil

No fim da era Mesozoica ocorreram manifestações vulcânicas de grande intensidade. No entanto, em nosso território não há nenhum vulcão ativo. Esse vulcanismo representa a maior área de vulcanismo basáltico existente no mundo , localizada no Sul do Brasil, São Paulo, Mato Grosso do sul e países como Uruguai, Paraguai e Argentina, num total de 1.200.000 km2.

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo localizou, no Pará, um dos maiores vulcões conhecidos e o mais antigo de todos. Sua idade é estimada em 1,85 bilhão de anos e é surpreendente seu estado de preservação, apesar dos efeitos da erosão. A maioria dos vulcões desse tipo ainda preservados se formou há menos de 250 milhões de anos. Os estudos mostraram que, a partir de dezenas de pequenas erupções, ocorreu ali uma erupção gigantesca, catastrófica, que culminou com a formação de uma caldeira de 22 km de diâmetro. O vulcão está localizado entre os rios Tapajós e Jamanxim e não há estrada de acesso ao local.

Fonte: http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1108&sid=129


O que um vulcão produz ?

Os produtos formados pelas atividades vulcânicas são:  a lava, os piroclastos, vulcanoplastos, nuvens ardentes, fumaralos e gêisers.

Lava: material rochoso em estado de fusão que atinge a superfície terrestre. As mais comuns são as lavas basálticas, que atingem 1.000 a 1.200º C. Deslocam-se com velocidade de alguns quilômetros por hora, mas já se registrou derrame de lava a 100 km/h.
Piroclastos: fragmentos de rocha lançados na atmosfera em erupções explosivas.
Vulcanoclastos: fragmentos de rocha formados por erosão.
Depósitos piroclásticos: materiais soltos ou misturas de cinzas vulcânicas, bombas, blocos e gases produzidos em erupções violentas de gases. Fragmentos angulosos pré-existentes ou da própria erupção depois de cimentados formam brechas vulcânicas. Os fragmentos menores, jogados no ar e depois depositados, formam os tufos vulcânicos.
Nuvens ardentes: torrentes de baixa densidade que se deslocam costa abaixo, com velocidades extremamente altas (até 200 km/h), e temperaturas também altíssimas (em geral mais de 700º C), acompanhadas de som ensurdecedor.
Fumarolas: exalações de gases e vapores através de pequenos condutos que podem continuar em atividade por décadas e até séculos após a erupção vulcânica.
Gêiseres: fontes que expelem água a altas temperaturas e com grande regularidade. A água infiltra-se a partir da superfície e retorna a ela por ação do calor proveniente do magma. O jato de água dá-se em sentido vertical e o intervalo varia desde alguns segundos até muitas semanas. A temperatura da água varia, sendo às vezes inferior a do seu ponto de ebulição, podendo, excepcionalmente, atingir 138 oC.
Os gêiseres ocorrem nas regiões de vulcanismo moderno, sendo assim considerados atividades finais do vulcanismo.  Tanto neles como nas fumarolas, sente-se cheiro de enxofre, às vezes forte.

Classificação dos vulcões

Normalmente considera-se ativo o vulcão que está em erupção ou que mostra sinais de instabilidade, com pequenos abalos ou emissões de gás significativas.  Alguns autores consideram ativo qualquer vulcão que se saiba já ter um dia entrado em erupção. Exemplo de vulcões ativos são o Etna (Itália), o Pinatubo (Filipinas) e o Monte Santa Helena (EUA).

Vulcão dormente é aquele que não se encontra atualmente em atividade, mas que poderá mostrar sinais de perturbação e entrar de novo em erupção (razão pela qual é monitorado por centros sismológicos). O vulcão Licancabur (foto abaixo), no deserto de Atacama (Chile), é um exemplo, embora  não se tenha registro de sua última erupção.

Licancabur é um vulcão localizado entre o Chile e a Bolívia, nas proximidades de San Pedro do Atacama, no Chile, e a sudoeste da Laguna Verde, na Bolívia


O vulcão Lincabur e a Laguna Verde
Vulcão extinto é aquele que os vulcanólogos consideram pouco provável que entrem em erupção de novo.

Essa classificação é discutível, porque ninguém, a rigor, pode garantir que um vulcão nunca mais entrará em erupção ou que outro, inativo há 5.000 anos, não vá entrar em atividade. A caldeira de Yellowstone, por exemplo, não entra em erupção há 640.000 anos, mas é considerada um vulcão ativo porque tem atividade sísmica, atividade geotérmica e porque o solo, na região está sendo soerguido em ritmo bastante acelerado.


A forma dos vulcões depende muito da natureza da lava que dele sai. Os vulcões do Havaí expelem lavas muito fluidas e muito quentes, que se espalham facilmente, sem grandes explosões. O cone vulcânico é muito largo, assemelhando-se a um escudo.  O Mauna Loa, por exemplo, tem 120 km de diâmetro.

Vulcões que expelem lavas viscosas formam grandes cones, normalmente com uma pequena cratera no cume e flancos íngremes.  Um exemplo é o vulcão Mayon, nas Filipinas (foto a seguir) e o monte Fuji, no Japão. Como a lava é viscosa, ela escoa com dificuldade e no final da erupção obstrui a cratera.
 Foto vulcão mayon Filipinas - Fonte: Wikipédia
Foto vulcão mayon Filipinas - Fonte: Wikipédia

Quando o magma começa a subir novamente, esse tampão dificulta sua saída, o que leva a um grande aumento da pressão por ele exercida. Chega um ponto em que a pressão supera a resistência do tampão de lava e ocorre uma explosão muito forte, muitas vezes tão forte que destrói todo o cone vulcânico.

A caldeira é uma depressão de grande diâmetro, com uma massa elevada no centro, que se forma pelo desmoronamento total ou parcial de uma cratera. Mede entre 15 e 100 km² de diâmetro.

Pode formar-se em horas ou dias e sempre pela saída violenta de gases.

Um exemplo é a região do Parque de Yellowstone, nos EUA.

 Em Poços de Caldas (MG), há restos de uma caldeira de 30 km de diâmetro, que existiu há 90 milhões de anos, bem visível em imagens de radar ou de satélite. A distinção entre cratera e caldeira nem sempre é clara.

Os vulcões podem ser classificados de acordo com sua forma e tipo de erupção. Há várias classificações, que incluem categorias como havaianos, peleanos, plinianos, vulcanianos e strombolianos.






  






Método Científico : Fazer Pesquisa



Método Científico
Ao analisarmos a evolução da história da produção de conhecimento científico observamos que dois termos vêm sendo empregados para descrever os métodos de pesquisa: indutivo e dedutivo. O método dedutivo é racionalista e o indutivo é empirista. Há ainda outros métodos de pesquisa. O método hipotético dedutivo (Karl Popper), O método dialético (Hegel), Método fenomenológico (Hurseel).

A diferenciação entre método e técnicas: método seria o conjunto das diversas etapas ou passos que devem ser seguidos para a realização da pesquisa e que, assim, configurariam, as técnicas. Os objetos de investigação determinam o tipo de método a ser empregado (racional ou experimental).

O método científico é aquele segue a realidade dos fatos. Toda investigação nasce de um problema. O conjunto de processos ou etapas que compõem a pesquisa será configurado no método científico. Quando ele é racional, ele se volta para realidades que não são passíveis de comprovação experimental e sim de uma visão mais ampla sobre o homem, a vida, o mundo e o ser. Vale ressaltar que a maioria das técnicas que compõem o método científico e o racional é comum, embora devam ser adaptadas, mas muitas técnicas acabam sendo comuns a várias Ciências. Existe, então, um método comum a todas as Ciências: observação, descrição, comparação, análise e síntese, além dos processos mentais, dedução e indução. Esses procedimentos serviriam, segundo os autores, para propor problemas, levantar hipóteses, efetuar observações, registrar dados que respondam às perguntas e elaborar explicações.

A observação é uma técnica de pesquisa. A observação deve ser atenta, completa, precisa e metódica. Há vários modos de classificar a observação. Seriam elas: assistemática (não planejada), sistemática (estruturada), não- participante (pesquisador é observador apenas), participante (pesquisador se envolve), individual (observador submete o objeto ao crivo de seus conhecimentos), observação em equipe (várias pessoas observam objeto), observação laboratorial (artificial, isola objeto de interferências externas).

Sobre a descrição: esta deve ser precisa para que o interlocutor seja capaz de visualizar exatamente o que o pesquisador observou. Na comparação, são abstraídas semelhanças e destacadas as diferenças, culminando na análise e na síntese, processos distintos, embora inseparáveis, sendo que após a análise, segue-se a síntese. A análise é o processo que parte do mais complexo para o mais simples, ou seja, uma decomposição do todo. Já a síntese seria o contrário, uma composição. A análise e síntese ainda podem ser classificadas em experimentais e racionais. As primeiras operam sobre fatos concretos nas Ciências da natureza, já as segundas operam sobre idéias e verdades mais gerais, feitas mentalmente, empregadas, portanto na Filosofia e Matemática.

Outras técnicas dizem respeito aos elementos estatísticos, que gerarão dados em valores numéricos e incidirão nos determinantes das possibilidades de análise, comparação, experimentação, o que irá interferir na qualidade do relatório final.
           
A indução e a dedução são formas de abordagem de um tema, que orientam a reflexão, obtendo conclusões verdadeiras através de premissas também verdadeiras. O argumento indutivo baseia-se na generalização de todos os casos observados e fatos similares verificados. Os argumentos indutivos acabam sendo reforçados pelos dedutivos extraídos das áreas afins. A indução formal é submetida às leis do pensamento. Já a indução científica é o raciocínio que leva à conclusão de alguns casos observados a partir da lei que os rege. A dedução é a argumentação que torna explícitas verdades contidas em verdades universais, que levarão a uma conclusão. Esta conclusão será verdadeira se as premissas também forem.

O método indutivo é criticado pelo filósofo Karl Popper (1902- 1994), o qual cunha o termo racionalismo crítico, que rejeita o empirismo clássico e o observacionalismo-indutivista. Segundo Popper  o método científico e o conhecimento em geral, progridem através de conjecturas e refutações, sendo que a tentativa de refutação conta com o apoio da lógica dedutiva, que passa a ser um instrumento de crítica.
Thomas Kuhn (1922- 1996), Lakatos e Feyerabend, entre outros, criticam tanto Popper quanto os indutivistas, alegando que sempre é possível fazer alterações nas hipóteses e teorias auxiliares quando uma previsão não se realiza.

Kuhn apresenta o conceito de paradigma como “teoria ampliada”, formada por leis, conceitos modelos, analogias, valores, regras para a avaliação de teorias e formulação de problemas, princípios metafísicos e “exemplares”
O grande objetivo de Kuhn é “explicar porque os cientistas mantêm teorias apesar das discrepâncias, e tendo aderido à ela porque eles a abandonam?”.
São estes paradigmas que orientam a pesquisa cientifica e, por apresentarem tamanha força determinam como um fenômeno é percebido pelos cientistas, o que explica por que as revoluções científicas são raras: em vez de abandonar teorias refutadas, os cientistas se ocupam com a pesquisa cientifica orientada por um paradigma e baseada em um consenso entre especialistas.

Tem-se inicio então um período chamado de “revolução cientifica”, iniciando-se uma mudança de paradigmas na ciência. Novos fenômenos são descobertos, conhecimentos antigos são abandonados e há uma mudança radical na prática cientifica e na “visão de mundo” do cientista.

Referencias
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Pedro da. Métodos e Técnicas de Pesquisa. In: Metodologia Científica. 6 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, Cap. 3, p. 27-41.

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Pedro da. Formas de pensamento. In: Metodologia Científica. 6 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, Cap. 4, p. 42-50.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

6º Ano: Gêiser




O que é um gêiser?

O gêiser é uma fonte de água quente, proveniente da parte interior da superfície terrestre. Esta água aparece na superfície, em forma de jato, de vez em quando.

Formação do gêiser 

A água de um gêiser geralmente é proveniente das chuvas. Elas vão se acumulando no subsolo e quando ocorre o aumento da pressão, provocado pelo aquecimento, saem em forma de jatos junto com vapor. As temperaturas das águas de um gêiser podem atingir mais de 100° C.

Ocorrência :

O gêiser aparece em regiões próximas aos locais onde ocorrem atividades vulcânicas ou muito calor subterrâneo.

 Você vai ver abaixo, fotos de uma região de gêiseres na América do Sul, mais precisamente na Bolívia.



Solo de uma área de gêiseres


Placas de advertência aos turistas

Ai tem um filhote de gêiser: uns 5 cm de diâmetro por onde passa o gás


Olha esse!! Tem mais de um metro de diâmetro






Para você ter uma melhor visão de como é uma área de gêiser, dá uma olhadinha no vídeo que fiz lá! Está sem áudio, mas o objetivo que é ver será contemplado!










terça-feira, 7 de abril de 2015

7º Ano -Citologia

Prezados alunos,

Estamos conhecendo a CITOLOGIA, ramo da ciência que se ocupa do estudo das células. Vamos começar nossa viagem à esse mundo microscópico conhecendo primeiro as células EUCARIONTES, que são aquelas células cujo material genético encontra-se envolvido por uma membrana nuclear.

Observe as imagens:


Essas imagens representam modelos de células animal e vegetal portanto, se trata apenas de um modelo gráfico que busca fazer uma analogia, ou seja, uma comparação com uma célula real. 

Observe que a célula vegetal apresenta uma estrutura que a célula animal não tem: parede celular. 
Além da parede celular as células vegetais também apresentam vacúolos e cloroplastos os quais estão ausentes na célula animal. 

Clique nos links abaixo e assista aos videos  disponíveis no youtube e entenda um pouco mais sobre as células:
1. https://www.youtube.com/watch?v=FULh4hXgEAk
2. https://www.youtube.com/watch?v=hrwgYJmzTHc
3. https://www.youtube.com/watch?v=gyGWN_Vk2ps
4. https://www.youtube.com/watch?v=EEPcsml-w6A

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Construção do Terrário

Construção do Terrário : um modelo de Ecossistema

Os Alunos do sexto ano da turma A do colégio Noeme Campos fizeram um lindo terrário como modelo de um Ecossistema. 

As meninas do grupo da Vitória plantaram sementinhas de uma flor comestível e estamos aguardando para saber o sabor!  No terrário delas também foram colocados uns caracóis de jardim! Dentro de uma semana vamos observar novamente .

Vamos ver como foi feito o experimento:

"Como fizemos o terrário? Para começar juntamos o grupo.Combinamos de cada componente do grupo , trazer o material adequado para fazer o terrário , conforme as ordens da professora.Depois de consultar o livro descobrimos uma forma de elaborar o nosso terrário.Primeiramente utilizamos o pote de vidro , e colocamos o cascalho , logo em seguida adicionamos a areia , e em seguida adicionamos o carvão juntamente com uma pequena quantidade de terra adubada , umedecemos a terra sem encharca-la , depois cavamos um buraco na terra e assim plantamos nossa pequena muda , logo em seguida colocamos um pequeno pote com água dentro". Camille Stefanie 

Vamos ver o grupo dela, que é composto pelo Sânzio, pela Maria Eduarda e pela Andressa ( a chique de jaleco).






Agora vamos conhecer o grupo da Vitória:
Adicionar legenda

Observe o caracol de jardim grudadinho na parede do pote de vidro


Já o grupo de Hebert plantou feijão e esse não cresceu muito. Estamos aguardando as análises do grupo.


O Aluno Hebert e seu terrário 

Vamos levantar hipóteses que justifiquem o feijãozinho do terrário do Hebert ter crescido tão pouco?


As camadas de solo do terrário do grupo do Victor Ângelo estão bem definidas e visíveis na foto.




Olha o grupo aí:













O que mais cai no ENEM de Biologia